Europa: Dia 9 – Bruxelas, Rotterdam e Amsterdam

Mais um dia cheio de viagens! Começamos a maratona em Bruxelas, onde passamos a noite. Fomos conhecer um dos pontos turísticos mais conhecidos de Bruxelas: o Atomium. Na verdade, não se localiza exatamente em Bruxelas, e sim há uns poucos km da cidade. Foi construído em 1958 na Expo 58, a primeira grande exposição mundial depois da Segunda Guerra. Foi uma exposição semelhante a da construção da Torre Eiffel, em 1889. O Atomium tem mais de 100 metros de altura, é composto de ferro e algumas das esferas estão abertas ao público.

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Depois fomos conhecer o Arco do Triunfo (sim, mais um) da Bélgica, também conhecido como Arcadas do Cinquentenário, localizado em Bruxelas, no Parque do Cinquentenário.

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Fomos passear pelo centro de Bruxelas, e nos deparamos com várias coisas legais. Uma delas é para quem curte desenhos e street art! Para quem não sabe, esse é o berço de desenhos como Tin Tin e Os Smurfs, além de muitos outros menos conhecidos. Então  em vários locais pudemos ver desenhos nas paredes desses personagens, como por exemplo nessa foto:

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Para quem é muito fã dessas coisas, existe até um museu chamado “The Belgian Comic Strip Center” e muitas lojas de bonecos e gibis espalhadas pela cidade. Vale a pena conferir!

Um dos símbolos da cidade de Bruxelas é a estátua chamada “Manneken Pis”, que significa “Garoto a Urinar”… Sim gente, é uma estátua de um muleque mijando. Sei lá porque.

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Ele até estava usando roupinha para não passar frio ❤

Voltamos para a Grand-Place, que já havíamos visto na noite inteiror, mas dessa vez pudemos ver durante o dia, sem as iluminações noturnas.

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Para os gulosos de plantão, três coisas que você TEM que comer na Bélgica: batata frita, chocolate e waffle (ele nasceu lá!). Em relação aos chocolates, estávamos bem na época do Valentine’s Day, então as lojas estavam uma loucura! Eu comi um waffle de nutella numa barraquinha no meio da rua e posso dizer que foi uma das coisas mais maravilhosas que já comi na vida! Nem deu tempo de tirar foto porque eu comi antes, mas peguei uma no google pra ilustrar mais ou menos o doce divino:

ImagemVontade de entrar na tela do computador.

Depois pegamos nosso ônibus rumo a Holanda, ou Países Baixos. Para quem não sabe, a Bélgica também fazia parte dos Países Baixos, mas adquiriu sua independência e se separou. O nome Países Baixos se refere ao fato de que grande parte do território da Holanda se situa abaixo do nível do mar. É muito louco pensar nisso, mas é de verdade, gente! O negócio existe mesmo (admito que não acreditava muito até ver com os meus próprios olhos hahahaha).

No caminho para Amsterdam paramos na cidade holandesa chamada Rotterdam. Aliás, uma coisa engraçada sobre o sufixo “dam”: ele significa “dique”, que é de longe a coisa que mais tem na Holanda (talvez menos que bicicletas), pois são usados para que o país não se afunde na água do mar. Rotterdam é uma cidade portuária, ou seja, extremamente comercial. Ficamos pouquíssimo tempo, apenas para ter um descanso, almoçar e esticar as pernas.

ImagemMEU DEUS TEM C&A NASEUROPAAAAAAA SOCORROOOOOO (pasmem, ela é uma marca holandesa!)ImagemImagem

E aí, entenderam tudo?

Finalmente chegamos em Amsterdam! Meu deus que cidade maravilhosa, já me apaixonei assim que cheguei. Fizemos um passeio super legal que eu recomendo para todos! Andamos pelos canais de Amsterdam à noite. Nosso barco tinha até petiscos e vinho, muito phyno. O barco é baixinho, então você olha pela janela e está quase na altura da água. Os canais de Amsterdam são simplesmente incríveis. Além de deixar a cidade mais charmosa, eles são muito limpos e organizados. Boatos de que eles vivem retirando bicicletas afundadas nos canais, risos. Em Amsterdam existem as “casas flutuantes”, ou seja, barquinhos que são casas. E não pense que é pouca porcaria não! Vimos casas muito melhores que meu apartamento universitário #chateada. E uma coisa engraçada sobre os habitantes de Amsterdam é que eles são muito tranquilos em questões de privacidade, ou seja, alguns apartamentos ficavam com as cortinas totalmente abertas… Podíamos ver tudo o que se passava lá dentro. Realmente, uma cultura muito diferente da nossa e, na minha opinião, muito exemplar.

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Infelizmente as fotos não demonstram nem metade da beleza que é ao vivo. Foi um passeio que me marcou muito e que recomendo fortemente a todos.

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