O que fazer em Toronto?

Hoje faz exatamente 1 ano que eu fui para essa cidade maravilhosa passar 1 mês nesse incrível país. E dia 1 de julho foi o Canada Day, então nada mais justo do que fazer um post especial sobre Toronto! Segue a lista de alguns lugares imperdíveis:

1. CN Tower

Uma das maiores torres do mundo, essa construção tem nada menos que 553 metros de altura. Considerada o maior ponto turístico de Toronto, a CN Tower te proporciona uma vista maravilhosa da cidade. Além disso, ainda há um restaurante lá no alto, o 360 Restaurant, que a cada 72 minutos ele gira, proporcionando ao consumidor uma vista completa da cidade. Eu não cheguei a comer nele, mas dizem que o movimento não é nada brusco. Por ser bem cheio, é recomendável fazer reserva pelo site.
Para subir na torre você paga um valor x (que eu não me lembro agora), mas vale a pena! A vista é incrível e, o mais legal de tudo, existe um piso de vidro no qual você pode fingir que está voando! Hahaha exageros a parte, o piso de vidro é meio assustador, ainda mais pelo fato de sempre ter uma criança pulando nele. Mas dizem que é muito seguro, então sejam corajosos e vão em frente!

2. Toronto Islands

As “Ilhas de Toronto” é um conjunto de ilhas (dã) que fica há alguns km da cidade. Para chegar lá é bem simples, é só pegar um barquinho na costa (paga uma taxa bem barata que vale pra ida e volta) e pronto, em 10 minutos você está lá. Por que ir? Bem, a ilha é realmente grande, existem até pessoas que moram lá. Você encontra muitas árvores, casas, parques (tinha um parque infantil muito fofo lá), piscinas públicas, praias (tem uma até de nudismo!), barcos e afins. O local é bem bonito e rende ótimas fotos. Lá é o lugar perfeito para tirar uma foto da CN Tower com a cidade ao fundo. Ah, e caso você tenha bastante tempo livre, que tal alugar uma bicicleta para andar por lá?

3. Eaton Centre, Vaughan Mills e outros

Toronto também é uma ótima cidade para compras! Apesar de o dólar canadense ser um pouco mais caro que o americano e a taxa deles ser um pouco maior, algumas coisas ainda valem muito mais a pena comprar lá do que aqui no Brasil. O Eaton Centre é um dos shoppings mais famosos e o maior da cidade. Fica bem no centrão, entre a Dundas Street e a Yonge Street. Você encontra simplesmente tudo naquela belezinha! Não é a toa que eu ia mais de uma vez por semana lá. Já o Vaughan Mills é mais estilo outlet, porém fica meio afastado da cidade, tendo que pegar um ônibus na Union Station, que demora cerca de 30 minutos para chegar. Mas a cidade ainda possui diversos outros shoppings, então quem tiver em mente fazer compras, lá é o lugar certo!

4. High Park

Para chegar no maior parque da cidade é fácil, afinal, existe uma estação de metrô com o mesmo nome. Toronto possui diversos parques (tipo, muitos MESMO), mas esse é o mais conhecido de todos. Existe até um mini zoológico lá dentro! Perfeito para fazer um piquenique, dar uma caminhada ou apenas ficar deitado na grama admirando a paisagem. Além disso, é possível encontrar um jardim com o formato da Maple Leaf, a folha símbolo do Canadá.

5. Casa Loma

Resumindo a história: era a casa de um cara muito rico que quis transformá-la num castelo, mas não conseguiu bancar com o aumento de impostos. Tentou vender mobílias, transformar em hotel, etc etc, mas o município acabou confiscando tudo e hoje é um museu. Além disso, a casa já foi usada como cenário de vários filmes, como por exemplo os corredores da escola de mutantes do professor Xavier, em X-Men. Sua arquitetura é antiga, meio europeia e com cenários até extravagantes. Pegue o guia por áudio para entender melhor o passeio.

6. Canada’s Wonderland

Essa vai para os amantes de adrenalina! Perto de Toronto, na cidade de Vaughan (a mesma do outlet), existe um parque de diversões muito legal, chamado Canada’s Wonderland. Ele possui MUITAS montanhas-russas: a Leviathan, que é uma das maiores montanhas-russas do mundo (a da foto); a Skyrider, que você vai EM PÉ (sim, eu fui, não morri) e outras. Mas para os mais medrosos ainda existem outros brinquedos mais lights e até uma parte fofa para crianças do Snoopy. Além de tudo isso, o parque é incrivelmente bonito e possui várias coisas gostosas para comer, o que vai fazer seu dia melhor ainda. Quem quiser se informar melhor, aqui fica o site deles: https://www.canadaswonderland.com/

7. Dundas Square

Caso você queira ir no Eaton Centre, você vai passar por esse lugar. Considerada a “Times Square” de Toronto, a Dundas Square tem vários telões, luzes e muito agito. Cheia de restaurantes, lojas e as vezes até shows ao vivo. Ah, e para quem curte: um Hard Rock Café com muita música e comida ❤

8. Chinatown

Tá afim de comprar bugigangas, souvenirs, capinhas de celular e todas essas coisas por um preço baixíssimo? Chinatown é o seu lugar! Lembra um pouco o Bairro da Liberdade aqui em São Paulo. Com comidas típicas e muitas pessoas falando chinês, japonês, coreano etc, o bairro é ótimo para se divertir sem gastar muito

9. Cidade subterrânea

Toronto passa grande parte do ano em um inverno rigorosíssimo, o que levou aos canadenses a criarem a “cidade subterrânea”, conhecida como PATH. É um complexo com mais de 27km embaixo da terra, cheio de lojas, restaurantes e claro, te leva ao lugares quando a neve não permite andar na rua. Como fui no verão, não passei por esse problema, mas acabei usando mesmo assim de tão prático que é!

10. Restaurantes, Pubs e Cafés

A cidade é conhecida pela sua diversidade cultural. Você anda na rua e tromba com um italiano, depois vai pedir informação pra alguém e descobre que é um indiano, e assim vai. E isso com certeza se refletiu na culinária. Em Toronto você tem a oportunidade de conhecer diversos tipos de comida: japonesa, tailandesa, italiana, francesa, grega, indiana, canadense, americana e até mesmo brasileira! Além disso, os canadenses tem uma mania nacional: café. Não é a toa que um dos símbolos do país é a famosa cafeteria Tim Hortons. Com muitos tipos de cafés e lattes, donuts e bagels, você encontra essa belezinha praticamente a cada esquina. E o melhor de tudo: SUPER barato. Ainda tem o Starbucks e o Second Cup para quem quiser variar um pouco. E os pubs e bares também marcam presença! Fui em um Pub em que paguei apenas 5 dolares para entrar e ainda ganhei uma bebida. São todos aconchegantes, alegres, com música e muita gente legal. Mas lembre-se: a maioridade canadense é de 19 anos e eles são bem rigorosos com a regra.

11. Dollarama

Sim queridos, é uma loja com coisas por 1 dolar (ou aproximadamente). Na verdade, é quase um mini mercado. Você encontra até utensílios de cozinha! É demais, vale ir só pra conhecer. Mas com certeza você vai acabar comprando algo, afinal, 1 dolar!

12. Niagara Falls

Okay, okay, eu sei que não fica em Toronto. Mas sinceramente, ir para Toronto e não ir em Niagara Falls é um absurdo! Leva um pouco mais de 1 hora para chegar lá, da para ir de carro ou até pegar um ônibus que sai da Union Station. As cataratas famosas pelo desenho do Pica-Pau separam o Canadá dos EUA, podendo ver do outro lado das águas o irmãozinho americano. Há um passeio que você pode ir de barco no lago das cataratas, você vai de capa de chuva e tudo, mas sai extremamente molhado. Além disso, a cidade é bem turística, o que vale um passeio pelos arredores. Por perto também há uma cidade chamada Niagara on the lake, que é extremamente charmosa e pitoresca! Vale a pena a visita.

Isso é o que eu posso dar de dica com a minha estadia de 1 mês. Claro que se eu tivesse ficado mais tempo, com certeza teria muitas outras dicas. Alguns lugares não consegui ir, como no Rogers Centre assistir a algum jogo ou no Mercado St. Lawrence, que é um mercado aberto bem legal que eu só descobri da sua existência quando já tinha ido embora. Mas espero que tenham curtido as dicas! Toronto é uma cidade incrível, jovem e cheia de coisas para fazer, o que me faz pensar que 1 mês não foi suficiente. #VoltaToronto

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Top 10: Futuras viagens

Todos os viciados em viagens e sedentos por aventuras pelo mundo possuem uma lista de próximas viagens, ou pelo menos viagens que deseja fazer. Eu não sou diferente. Então resolvi fazer uma lista com 10 cidades/países que eu tenho muita vontade de conhecer em breve ou daqui alguns anos. Ah, não está em ordem de preferência! Bora conferir?

  1. New York

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Sim, eu sei, como eu nunca fui para Nova York??? New York, Nova York ou Nova Iorque, todo mundo conhece esse lugar. Usada como cenário de diversos filmes e seriados, a famosa cidade americana é lotada de atrações para turistas. E acredito que seja uma das cidades do mundo que mais tem a minha cara: é moderna com um toque de antiga, cultural e cosmopolita. Como não amar a Big Apple?

 

  1. Vancouver

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O meu amor pelo Canadá não é segredo para ninguém. Passei um mês lá e pude conhecer as cidades mais famosas do lado leste. Mas o lado oeste ficou de fora, afinal, atravessar um pais daquele tamanho não é tarefa muito fácil. Então a próxima vez que voltar para lá, pretendo conhecer essa cidade maravilhosa, e de preferência no frio, para poder apreciar as montanhas cheias de neve e os lagos de tirar o fôlego.

 

  1. Califórnia + Las Vegas

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Okay, misturei estado com cidade, mas quando eu for visitar uma, pretendo visitar a outra. A outra costa americana tem todo o seu charme: praias, shows, montanhas, desertos, casinos, gente famosa… E creio eu que pode ser uma das minhas futuras viagens! Veremos, veremos…

 

  1. Itália

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Muitas pessoas falaram: “eu não acredito que você foi para a Europa e não conheceu a Itália!”. Mas eu explico: a Itália é um país para uma viagem voltada só para ele. No máximo com mais 2 países. Mas o meu ponto é: eu não quero ficar pouco tempo. Quero viajar de norte a sul, poder conhecer cada monumento, cada igreja, cada restaurante (okay, meio impossível) e aproveitar ao máximo o que esse país tem de melhor.

 

  1. Grécia

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Eu sempre fui muito fascinada pela mitologia grega. Hércules era um dos meus desenhos favoritos! Não vejo a hora de poder conhecer aquele mar azulzinho com aquelas casinhas brancas. E a comida grega então? Hmmm… É uma viagem e tanto!

 

  1. Tailândia

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Okay, apelei um pouco para o exótico. Mas a cultura oriental é muito incrível para mim. Essa seria uma viagem um pouco mais religiosa e espiritual. A maioria da população tailandesa é budista, o que me atrai mais ainda. Sem contar toda a sua beleza natural que é inegável. Talvez fosse um pouco difícil para se adaptar, principalmente pela comida, mas essa com certeza seria uma das melhores viagens da minha vida.

  1. África do Sul

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Fala sério, fazer aqueles safáris deve ser a coisa mais irada do mundo! Eu acharia um máximo poder ter esse tipo de experiência num continente tão diferente do nosso. 

  1. Nova Zelândia

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Aqui meu lado nerd ataca. COMO NÃO AMAR O PAÍS QUE FOI CENÁRIO DO MELHOR FILME DO MUNDO (vulgo Senhor dos Anéis)??? Como não querer conhecer a toca de um hobbit? Sério, não preciso de mais motivos, fim.

 

  1. Chile

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É aqui do lado e eu ainda não fui conhecer esse maravilhoso país! De preferência também queria ir no inverno para aproveitar a neve e tudo mais, além dos belos vinhos e comidas. Deve ser bem chato comer um fondue com a Cordilheira dos Andes vista pela janela, não?

10. Japão 

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Deixei por fim a minha viagem mais fantasiosa, o meu sonho de criança. Sim, sem brincadeira, eu literalmente sonhava que estava no Japão. Não existe cultura no mundo que me fascine mais. Poder conhecer seus templos e costumes milenares e, ao mesmo tempo, aproveitar todas as facilidades da tecnologia super avançada dos japoneses. Sem contar que terei minha comida favorita todos os dias! Como é muito caro, que tal fazermos uma vaquinha? Quem sabe daqui uns anos eu chego lá…

 

Escolher 10 lugares é extremamente difícil… E muitos desses mudam conforme a minha vontade, então não se enganem: se eu ganhasse uma passagem para a Espanha, por exemplo, eu não ia virar e falar: “ah não, não quero ir, não tá no meu top 10”. CLARO QUE NÃO, NÉ! Posso ser meio doida mas não sou idiota nem burra. Toda viagem é viagem, independente do destino. Pode ser Paris ou passar uns dias no interior, quem faz sua viagem boa é você. Mas quem quiser me pagar uma viagem para Nova York, eu nem ligo… 

Europa 2014: Dia 12 – Frankfurt + Compras

Último post sobre a viagem ): Como esse dia foi bem curto, resolvi juntar  o post de hoje com outro tema: compras na Europa. Vamos começar?

O último dia em Frankfurt foi livre, mas não podíamos fazer muitas coisas porque a tarde iríamos pegar o taxi para o aeroporto. Como as malas já estavam quase prontas, resolvemos conhecer um pouco o centro da cidade. Como eu já disse anteriormente, Frankfurt é bem moderna. A rua que fomos era cheia de lojas, restaurantes e muitas pessoas. Compramos algumas coisas e almoçamos em um restaurante típico alemão. Comi todas as carnes de porco que existem e saí de lá maravilhada. Voltamos para o hotel, pegamos nossas malas e fomos para o aeroporto de Frankfurt, com voo direto para o Brasil.

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Compras na Europa

Bem, resolvi falar sobre esse tema aqui no blog porque muitas pessoas já me perguntaram isso. Se é caro, se é barato, o que dá pra comprar, o que não vale a pena… enfim, vou falar um pouco da minha experiência aqui.

Invista em:

– Lojas de departamento e brechós

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Diferente dos Estados Unidos que comprar uma roupa na GAP é bem barato, na Europa a coisa muda um pouco. As roupas “de marca” não valem tanto a pena no continente europeu. Se eu comprei roupa? Comprei sim! Mas investi em lojas como Forever 21, H&M e Primark, que possuem precinhos bem amigos e uma grande variedade de produtos. As lojas de rua e os brechós também valem a pena, desde que você tenha a paciência de sair garimpando por aí. Como eu fui no inverno, as blusas, jaquetas e sobretudos estavam bem em conta, muito mais em conta que no Brasil. Então dá pra comprar sim, é só saber aonde.

– Souvenirs e produtos locais

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Se tem uma coisa que eu acho extremamente válida em gastar dinheiro em viagens são as famosas “lembrancinhas”, tanto para você quanto para os amigos. Quem não quer ir para Paris e trazer uma miniatura da Torre? Acho no mínimo injusto não trazer! Imãs de geladeira, miniaturas, chaveiros, camisetas… Vale de tudo!  E em lojinhas de rua é ainda mais barato. Além dessas coisas, produtos especiais do país também devem ser levados em consideração. Por exemplo: ir para a Bélgica e não comprar um chocolate belga? Inadmissível! Então, não deixe de levar um dinheiro extra para essas coisas.

– Passeios e restaurantes

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Se tem uma coisa que vale a pena gastar na Europa são os passeios e a comida. Deixar de ir em um museu super famoso, a uma igreja conhecida mundialmente ou a um show local porque não quer gastar dinheiro é muito ruim. O ponto positivo da Europa é a sua cultura diversificada, então se não quiser aproveitar isso, nem vale a pena ir. Nem tudo é pago, mas diversos passeios são. Não trata-se de um valor absurdo, mas mesmo assim muita gente se recusa a pagar. Não façam isso, aproveitem ao máximo! Isso inclui a comida. Não deixe de provar os sabores locais e aproveitar ainda mais a sua viagem. Portanto, lembrem-se: se for viajar para a Europa, separe um dinheiro especial para esses passeios.

– CDS e DVDs

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Vocês conhecem a HMV? É uma famosa loja de CDs inglesa, uma das únicas que ainda sobrevive nesses tempos de músicas online. Fui na de Londres, uma das mais antigas que existe, e posso dizer que meu pai fez a festa! Eu só comprei um CD da Lana Del Rey, mas estava cheio de promoções bem legais. O preço dos CDs é bem parecido com os daqui, mas lá encontramos algumas versões que não existem no Brasil, o que faz valer a pena.

O que não vale a pena investir:

– Eletrônicos

Admito que não estava muito interessada em eletrônicos, mas se vocês querem comprar esse tipo de produto, viajem para a América do Norte! Os preços não são tão amigáveis na Europa.

– Cosméticos

Sim queridos, esqueçam seu sonho de comprar um perfume francês na França. O preço é tão caro que é quase igual ao do Brasil. Não compensa em nada. Claro que o perfume na França tem um diferencial: o perfume deles é um pouco mais forte pela sua diferente composição, ficando mais tempo na pele. Mesmo assim, eu não acho que compense. Achei os cosméticos em geral meio caros, até dá para comprar uma coisa ou outra, mas não dá para fazer extravagâncias. Achei a loja da L’Occitane em Paris com um preço legal, é uma das únicas que recomendo.

– Roupas, bolsas e sapatos

Não gente, eu não sou louca. Eu sei que falei lá em cima que vale a pena comprar essas coisas, mas lembrem-se: em lojas de departamento, brechós ou algumas lojas locais. Quem já foi para os EUA e está acostumado a sair dos outlets com milhares de sacolas de lojas “caras no Brasil” não terá a mesma experiência na Europa. Você consegue sim garimpar algumas coisas, mas nada em exagero.

Dica bônus: não se esqueçam do nosso querido Freeshop! Nessa última viagem achei o freeshop do Brasil muito bom na volta, apesar de sentir muita a falta da MAC (o que fizeram com ela?? #ChoreiUmPouco). Esse é lugar para comprar perfumes, cosméticos, bebidas, eletrônicos, chocolates, tudo com um preço bem melhor do que nazeuropa. E o legal é que você pode encomendar seu produto pela internet e só pegar na hora. Mas não se esqueçam: o limite é de 500 dolares, então, não exagerem!

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Bom gente, em resumo é isso. Viajar para a Europa é sempre mais caro principalmente pela moeda. Mas lembre-se: não dá para ficar convertendo tudo, se não você acaba não fazendo absolutamente nada. Algumas coisas deve-se sim analisar o preço em real e o preço em euro, mas não vá fazer isso com um lanche no Mc Donalds né? Por favor. Espero que tenham gostado das dicas, qualquer dúvida, deixem um comentário. Até a próxima!

Europa 2014: Dia 11 – Colônia, Rio Reno, Frankfurt am Main

Gente, a viagem já está acabando ): este é o penúltimo post! Passou rápido até, não? Hoje falarei sobre o último país, a Alemanha. E que país, hein? Infelizmente não conhecemos cidades ícones como Berlim e Munique, mas pode ter certeza que está na minha lista de “próximas viagens”. Enfim, vamos começar!

Acordamos bem cedo e deixamos Amsterdam rumo às cidades alemãs. A primeira cidade que conhecemos foi Colônia (em alemão, Köln). É uma das maiores cidades alemãs e um grande centro turístico. Fomos conhecer a Catedral de Colônia (Kölner Dom), que é conhecida como uma das maiores igrejas góticas do mundo! Ela é tão grande que era até difícil fotografá-la por inteiro. Uma informação interessante sobre essa igreja é que, durante a Segunda Guerra Mundial, foram colocadas luzes em seu topo para sinalizar que ela não deveria ser bombardeada. Isso até que foi respeitado, mas mesmo assim ela acabou sofrendo alguns danos. Outro fato interessante sobre a cidade: conhecem Água de Colônia? Sim queridos, nasceu lá! Então existem diversas lojas vendendo a água de colônia dita como “original”. Eles vendem perfumes, cremes, loções, etc. Vale a pena dar uma conferida!

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Depois caímos novamente na estrada, mas dessa vez para um destino bem diferente: o Rio Reno. Iríamos fazer um passeio de barco pelo rio, vendo algumas cidades na beira, os castelos medievais e a famosa estátua da sereia Lorelei. Trata-se de uma lenda alemã sobre uma sereia que enfeitiçava os marinheiros que por ali passavam. Eu sei que a estátua se localiza numa cidadezinha chamada Sankt Goarshausen, mas infelizmente eu não sei por quais cidades nós passamos no trajeto. O barco era extremamente confortável, sentamos em uma mesa do lado da janela e pedimos salsichas e cerveja alemãs para aproveitar o passeio. Já no ônibus, tivemos uma linda surpresa: um arco-íris no meio do rio! Nós conseguíamos ver onde ele começava e onde terminava, simplesmente incrível.

P1050457P1050459 P1050479 P1050480P1050492 P1050495 P1050497 P1050499 P1050509A estátua da sereia Lorelei no meio do rio.foto 2 P1050511

Chegamos em Frankfurt, nosso destino final. Frankfurt é conhecida como uma grande cidade alemã, muito moderna e um grande centro financeiro. A cidade foi completamente destruída durante a Segunda Guerra Mundial, então o único lugar conhecido como “centro histórico” na verdade foi reconstruído, portanto a cidade não possui um centro histórico verdadeiro. Tal lugar é a chamada “Praça Römer” (Römerberg), que foi reconstruída de tal forma que nem parece que foi um dia destruída. Com construções bem típica alemãs, a praça nos engana bem, é muito bonita. Nosso dia terminou assim, voltamos para o hotel para começarmos a arrumar as malas, pois o dia seguinte seria um tanto quanto corrido.

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Europa 2014: Dia 10 – Amsterdam, Volendam, Marken

Devo começar esse post dizendo que esse foi o dia que mais me impressionei. Foi o dia mais bonito, devo dizer. Sim queridos, deixou Londres e Paris para trás! A Holanda me conquistou por completo, e eu não vejo a hora de voltar para esse paraíso.

Pois bem, comecemos por Amsterdam. Logo cedo pegamos o ônibus e fomos ver um dos moinhos tradicionais da cidade. Por toda a Europa vemos muitos moinhos geradores de energia, mas são bem mais modernos que esse. Esse é bem do jeitinho que a gente vê nos filmes.

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Depois voltamos para o centro da cidade. Vimos os canais de dia, que são simplesmente maravilhosos, e fomos conhecer o mercado de flores. Minha mãe ficou alucinada, mas infelizmente não levamos nada. Na mesma rua também tinha muitas lojas de queijos. Passamos na frente da casa de Anne Frank, mas infelizmente não entramos (para quem não sabe, tem um museu lá dentro).

Gente, vou esclarecer uma coisa sobre Amsterdam: não, a cidade não cheira a maconha e não, as pessoas não fumam aos montes na rua. Eu sei que essa é a imagem que muitos brasileiros têm da cidade, mas vou dizer para vocês: ela é muito mais que isso. Existem diversos coffee shops onde as pessoas vão de boa fumar o seu, tomar um café e ler um livro. Teoricamente é proibido fumar na rua, e os holandeses também estão pegando no pé de turistas que só vão lá para isso. A grande diferença dos holandeses é que eles são muito liberais em vários sentidos, então para eles nada disso é anormal, assim como o topless, o bairro da luz vermelha (que infelizmente só vimos de longe, eu realmente queria conhecer haha), etc.

P1050289  P1050287 P1050290 P1050296 P1050297 mercado Peguei as fotos do mercado de flores no Google mesmo, não me julguem.mercado-flores-8723

Depois fomos conhecer uma fábrica de diamantes, pois Amsterdam também é conhecida como a cidade deles. Vimos como são feitos os cortes, quais são os tipos, etc etc. Depois tinham algumas joias a venda, claro que eu não comprei porque sou legal e não quero humilhar ninguém sabe, então só fiquei olhando mesmo.

P1050303 P1050306Eu e minha mãe escolhemos uns anéis bem bonitos, agora só falta o $$$

A fábrica ficava na praça onde vemos aqueles letreiros famosos “I Amsterdam”. É uma coisa relativamente boba, mas todo mundo se matava para tirar uma foto hahaha. Claro que eu também tirei né? Mas eu não imaginava que teria tanta gente, então foi meio impossível tirar só do letreiro. Essa praça é conhecida como “Praça dos Museus” (Museumplein), contendo o Museu de Van Gogh, do Rijks, Stedelijk e a Coster Diamonds, a fábrica-museu que fomos.

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Pegamos nosso ônibus para conhecer duas cidades próximas. Foi nesse momento que eu entendi porque a Holanda é conhecida como “Países Baixos”. Passamos uma hora pelo mar que banha o país, e adivinhem só? Estávamos num nível abaixo dele! Sim, parece loucura, mas é verdade. Não é a toa que o país já sofreu tanto com alagamentos… Pelo menos hoje eles já tem tecnologia suficiente para não passar mais perrengue!

No início da cidade de Volendam, fomos conhecer uma fábrica de queijos (SIM, UMA FÁBRICA DE QUEIJOS). E sabe qual é a melhor parte? DEGUSTAÇÃO DE QUEIJOS! Na verdade eu não fiz uma degustação, fiz uma refeição, porque né… Gente, juro, era uma loucura! Tinha queijo de todos os tipos: de leite de vaca, cabra ou ovelha… Uns com ervas, outros com vinho, e assim ia… Ah, e as funcionárias da fábrica usavam aquela roupa holandesa tradicional, com aquele sapatinho maneiro, sabe? Enfim, ficou no top 5 de melhores coisas da viagem! Uma loucura.

P1050326A fome era tanta que só tiramos foto na fábrica mesmo, na degustação que é bom…

Volendam é tipo uma cidade de boneca com casinhas fofas, canais maravilhosos por todos os cantos e um porto com muitos barcos pesqueiros. Era extremamente fácil se perder por lá, então tínhamos que tomar muito cuidado. Esse foi um dos dias que mais passamos frio na viagem, pois ventava muito (tipo, muito mesmo, dava pra ser levado facilmente pelo vento). A cidade era cheia de lojinhas de souvenir muito mais baratas que as de Amsterdam! Valia a pena comprar lá.

P1050337 P1050339 P1050344 Invadindo quintal alheio para tirar umas fotos…P1050347 P1050352

Depois fomos a uma cidade próxima chamada Marken. Na verdade, é uma ilha ligada por uma estradinha por cima da água. Se eu achava que Volendam era uma cidade pequena e isolada, é porque eu ainda não tinha ido para Marken! Cara, não tem uma alma viva naquele lugar (mentira, tinha umas 2). Mas é o tipo de cidade que eu penso: “quando eu for bem velhinha, quero morar num lugar assim”. Ela era maravilhosa, muito charmosa e encantadora. Roubou meu coração!

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Como vocês devem ter reparado, os passeios desse dia foram totalmente diferentes, e acho que essa é uma das grandes vantagens de viajar com excursão. Se eu tivesse ido por conta, com certeza nem saberia da existência dessas cidades. Pois bem, aqui vai minha dica então: se você quer conhecer mais sobre a Holanda tradicional, vá visitar essas cidades! Você ficará encantando, assim como eu fiquei (:

 

Europa: Dia 9 – Bruxelas, Rotterdam e Amsterdam

Mais um dia cheio de viagens! Começamos a maratona em Bruxelas, onde passamos a noite. Fomos conhecer um dos pontos turísticos mais conhecidos de Bruxelas: o Atomium. Na verdade, não se localiza exatamente em Bruxelas, e sim há uns poucos km da cidade. Foi construído em 1958 na Expo 58, a primeira grande exposição mundial depois da Segunda Guerra. Foi uma exposição semelhante a da construção da Torre Eiffel, em 1889. O Atomium tem mais de 100 metros de altura, é composto de ferro e algumas das esferas estão abertas ao público.

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Depois fomos conhecer o Arco do Triunfo (sim, mais um) da Bélgica, também conhecido como Arcadas do Cinquentenário, localizado em Bruxelas, no Parque do Cinquentenário.

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Fomos passear pelo centro de Bruxelas, e nos deparamos com várias coisas legais. Uma delas é para quem curte desenhos e street art! Para quem não sabe, esse é o berço de desenhos como Tin Tin e Os Smurfs, além de muitos outros menos conhecidos. Então  em vários locais pudemos ver desenhos nas paredes desses personagens, como por exemplo nessa foto:

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Para quem é muito fã dessas coisas, existe até um museu chamado “The Belgian Comic Strip Center” e muitas lojas de bonecos e gibis espalhadas pela cidade. Vale a pena conferir!

Um dos símbolos da cidade de Bruxelas é a estátua chamada “Manneken Pis”, que significa “Garoto a Urinar”… Sim gente, é uma estátua de um muleque mijando. Sei lá porque.

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Ele até estava usando roupinha para não passar frio ❤

Voltamos para a Grand-Place, que já havíamos visto na noite inteiror, mas dessa vez pudemos ver durante o dia, sem as iluminações noturnas.

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Para os gulosos de plantão, três coisas que você TEM que comer na Bélgica: batata frita, chocolate e waffle (ele nasceu lá!). Em relação aos chocolates, estávamos bem na época do Valentine’s Day, então as lojas estavam uma loucura! Eu comi um waffle de nutella numa barraquinha no meio da rua e posso dizer que foi uma das coisas mais maravilhosas que já comi na vida! Nem deu tempo de tirar foto porque eu comi antes, mas peguei uma no google pra ilustrar mais ou menos o doce divino:

ImagemVontade de entrar na tela do computador.

Depois pegamos nosso ônibus rumo a Holanda, ou Países Baixos. Para quem não sabe, a Bélgica também fazia parte dos Países Baixos, mas adquiriu sua independência e se separou. O nome Países Baixos se refere ao fato de que grande parte do território da Holanda se situa abaixo do nível do mar. É muito louco pensar nisso, mas é de verdade, gente! O negócio existe mesmo (admito que não acreditava muito até ver com os meus próprios olhos hahahaha).

No caminho para Amsterdam paramos na cidade holandesa chamada Rotterdam. Aliás, uma coisa engraçada sobre o sufixo “dam”: ele significa “dique”, que é de longe a coisa que mais tem na Holanda (talvez menos que bicicletas), pois são usados para que o país não se afunde na água do mar. Rotterdam é uma cidade portuária, ou seja, extremamente comercial. Ficamos pouquíssimo tempo, apenas para ter um descanso, almoçar e esticar as pernas.

ImagemMEU DEUS TEM C&A NASEUROPAAAAAAA SOCORROOOOOO (pasmem, ela é uma marca holandesa!)ImagemImagem

E aí, entenderam tudo?

Finalmente chegamos em Amsterdam! Meu deus que cidade maravilhosa, já me apaixonei assim que cheguei. Fizemos um passeio super legal que eu recomendo para todos! Andamos pelos canais de Amsterdam à noite. Nosso barco tinha até petiscos e vinho, muito phyno. O barco é baixinho, então você olha pela janela e está quase na altura da água. Os canais de Amsterdam são simplesmente incríveis. Além de deixar a cidade mais charmosa, eles são muito limpos e organizados. Boatos de que eles vivem retirando bicicletas afundadas nos canais, risos. Em Amsterdam existem as “casas flutuantes”, ou seja, barquinhos que são casas. E não pense que é pouca porcaria não! Vimos casas muito melhores que meu apartamento universitário #chateada. E uma coisa engraçada sobre os habitantes de Amsterdam é que eles são muito tranquilos em questões de privacidade, ou seja, alguns apartamentos ficavam com as cortinas totalmente abertas… Podíamos ver tudo o que se passava lá dentro. Realmente, uma cultura muito diferente da nossa e, na minha opinião, muito exemplar.

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Infelizmente as fotos não demonstram nem metade da beleza que é ao vivo. Foi um passeio que me marcou muito e que recomendo fortemente a todos.

Europa: Dia 8 – Bruges, Gante e Bruxelas

Acordamos cedo para pegarmos o ônibus em direção a Dover. De lá, pegamos o trem bala que transporta ônibus e caminhões por baixo da água, atravessando o Canal da Mancha e chegando no continente, em Calais. Vou dizer pra vocês, que doidera que é isso! É tão rápido e confortável que você nem percebe que está atravessando o mar.

P1050093Uma foto dentro do vagão só para vocês terem noção de como é. 

Chegando em Calais, continuamos a viagem de ônibus rumo a Bélgica. Nosso destino final era a capital, Bruxelas; mas acabamos passando por duas cidades belgas no caminho que fizeram a viagem ficar ainda melhor.

A primeira cidade que paramos foi Bruges. Vou resumir a cidade para vocês: canais, cisnes, chocolate, cerveja e arquitetura medieval. Me senti em um daqueles filmes de época, sabe? Coisa mais fofa do mundo! O centro histórico da cidade foi consagrado como patrimônio mundial da UNESCO. O tempo estava fechado, o que deu um ar até mais “antigo” para a cidade. Bruges possui algumas praças principais e ruas estreitas que levam para lugares aleatórios. Passamos por varias lojas de chocolates, um mais bonito (e aparentemente delicioso) que o outro. Os seus canais entre as casas deixam-a mais charmosa ainda. E eu sinto que tem mais cisnes do que pessoas.

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IMG_4890A população de Bruges dando um rolê nos canais… (brincadeira gente, a cidade tem mais de 100 mil habitantes)

P1050112O paraíso dos bebuns 

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P1050117Chocolateeeeee <33333333333

P1050118Esses danadinhos até faziam pose para foto!

Almoçamos na cidade em uma lanchonete aleatória, comi um belo de um cachorro quente. Não deixem de comer batata frita na Bélgica! É uma de suas especialidades. Compramos uns chocolates e voltamos para o ônibus. Se eu pudesse, teria ficado vários dias em Bruges. Uma cidade que parece que saiu de um conto de fadas e que tem tudo para agradar os turistas.

Na segunda cidade, Gante, o tempo estava começando a melhorar, mas o frio ainda era muito. A cidade seguia o mesmo estilo de Bruges. A verdade é que já estávamos bem cansados essa hora, e o tempo foi bem curto, então nem deu para conhecer muito o lugar. Mas mesmo assim pude constatar que ela era muito bonita, cheia de bondinhos e chocolaterias.

P1050126IMG_4898IMG_4899P1050131P1050136Bondinho (para Moscou????)

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No final da tarde chegamos ao nosso destino final: Bruxelas.  Considerada capital da União Européia, ela junta o mundo moderno de negócios com a parte histórica e cultural da Bélgica.

Fomos visitar a Grand-Place de Bruxelas, vulgo “praça grande”, que é o centro histórico e comercial da cidade. Também considerada patrimônio mundial da UNESCO, nela situam-se a Prefeitura, a Casa do Rei, o Museu de Bruxelas, etc. À noite, ela é um show a parte. Todas as estruturas são iluminadas, simplesmente lindo! Jantamos em um restaurante perto da praça, tomamos uma bela de uma cerveja belga e depois andamos um pouco pela praça, apenas admirando a paisagem. Para quem gosta de tranqueiras, existem muitas lojinhas de souvenirs por perto.

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Conheceríamos mais a cidade no dia seguinte, então voltamos para o hotel e descansamos depois de um longo dia.